segunda-feira, 29 de março de 2010

Hoje, segunda-feira, ensaio de cânticos no Centro Paroquial, às 21h15; amanhã, terça-feira, oração de Taizé na Capela do Senhor do Calvário, às 21h00. 


Não faltes!
Em breve haverá novidades. Ou melhor, mais novidades! :)

quarta-feira, 17 de março de 2010

E AGORA?

Foram momentos inesquecíveis... Já passou um mês e ainda hoje falamos de tudo o que aconteceu. Todos vivemos intensamente estes 3 dias do Encontro; as famílias empenhadas para dar o seu melhor no acolhimento aos jovens, os jovens na expectativa de serem acolhidos em casa de famílias desconhecidas e numa paróquia estranha, e nós rezando e trabalhando para que tudo fosse perfeito.
As expectativas foram ultrapassadas, não por uma questão de mais ou menos trabalho, mas porque estamos a falar de jovens e sabemos bem, porque já o fomos, ou porque ainda o somos, que os jovens, quando chamados, superam as expectativas e são capazes do maior voluntarismo, sobretudo quando a causa é Cristo.
Vimos neste Encontro os sinais de esperança na nossa paróquia;
Jovens fabulosos, capazes de organizar, que escrevem blogs interessantes, que se preocupam, ensinam e aprendem com os mais velhos, que sabem brincar e orar, que sabem partilhar com outros jovens esta alegria esfuziante e contagiante;
Famílias tão diferentes mas tão iguais na vontade da partilha, na ânsia de dar e receber, umas no início mais reticentes que outras, mas no final todas com a lágrima no canto do olho no momento da despedida... ( foi como se perdesse um bocado de mim...) dizia alguém.
E depois todas aquelas pessoas que poucas vezes são lembradas e por vezes até injustiçadas, as que cuidam graciosamente dos mais velhos da nossa comunidade...( temos aqui pessoas com mais de 90 anos!), dizia o provedor emocionado; as que lutam pelos direitos e pela felicidade de crianças abandonadas e maltratadas ( algumas crianças foram abusadas sexualmente...) referia a directora da Mãe de Água.
E ainda toda as outras pessoas e entidades que voluntariosamente se envolveram e ajudaram neste Encontro.

E agora?

Seremos capazes de manter a alegria que levamos às crianças da Mãe de Água? Seremos capazes de continuar a manifestar o carinho que sentimos pelos mais velhos do Lar? Seremos capazes de congregar as pessoas da paróquia neste espírito de comunhão e de partiha e fazer desta comunidade uma comunidade viva em que os nossos jovens não tenham que procurar noutros lugares a alegria que podemos aqui criar? Seremos capazes de manter ligadas as famílias neste espírito de Taizé e através delas disseminar esta alegria?

Seremos concerteza com a ajuda de Deus e de todos. Mas estas são as questões com que nos interrogamos no presente. O nosso amigo Paulo Bateira escreveu-me num outro dia o seguinte:

Olá Isidro, bom dia,
Na missiva de ontem, pedes-me que faça sugestões e ajude (na dinâmica pós-Encontro Ibérico).
Fui a pensar nisso, e o que me ocorreu foi que:

Antes de mais nada, tentar consolidar bem a experiência de Oração - é preciso seguirmos a «REGRA dos 3 Pês» ['Pequeno', 'Possível' e 'Progressivo']. Começar com pouco ('pequeno') e que seja exequível ('possível'). Viver, antes de tudo, a experiência da Oração, que é O 1º FRUTO do Encontro. Dar tempo ao tempo. Deixar que o Senhor faça a Sua obra. A Oração Quinzenal será, assim, o teste: à verdade, à persistência, à maturidade. Isaías chamava a atenção para isto: «de que vós precisais é de perseverança e calma». Já que a Oração Quinzenal não é propriedade do Grupo de Preparação, os próximos tempos serão tempos de ESCUTA quaresmal: ninguém pode querer que uma laranjeira dê laranjas em 2 semanas; nem que dê... pêras! Ou seja, o dinamismo vem de Deus e não se perturba com empurrões ou vontades ou ritmos/tiques pessoais. Não imponhamos «prazos de validade» ou 'dead-lines' aos projectos de Deus. Todos os dias não nos deitamos? E, no entanto, que «desperdício» de tempo... a noite. Mas é de noite que ATÉ a erva cresce! O contacto estreito com a palavra, o mastigar a Palavra ao longo do longo tempo de silêncio de Oração são os ingredientes para uma boa culinária do coração. Em primeiro lugar, VIVER o Tempo - deixá-lo viver dentro de nós, pois o tempo é terrível: por si, e sem que ninguém faça nada (à maneira da senhora Sabedoria), «separa as ovelhas dos cabritos», retira as pedras do meio do nosso caminho, faz justiça... se estivermos dispostos a «não falsear a Palavra» (S. Paulo), ou seja, se não andarmos a catar as passagens bíblicas que mais nos agradam ou os Cânticos menos exigentes. De nada vale querermos que uma laranjeira dê... pêras! Se somos laranjas, sejamos laranjas com tudo o que elas nâo têm e os outos frutos têm. Taizé detesta clones... A vida não é só uma estação: há verão e primavera, mas nada disso vingaria se não houvesse o tempo da poda. Este é o tempo da navalha, do enxerto, do «garfo», «do alporque», «do cavalo», tempo de sangrar.... Não nos fixemos demasiado no «décor» exterior à Fé. A Alegria (de que me falas na tua carta) é íntima e ínfima, tesouro que brilha no interior escuro de cada um de nós, sempre sob a ameaça do crisol (convém não esquecer): só os evangélicos é que gostam de «lançar foguetes»... É na Oração que nos descobrimos pêra ou laranja e a verdade de ser isso. «O Reino vem de modo que não se nota» [dos Evangelhos].

Palavras sábias...

Sejamos laranjas... até porque laranja é a cor de Taizé. 

Um grande abraço para todos, vemo-nos na próxima oração.

PS. Até lá gostaríamos de dar um nome a este grupo que se criou em torno deste Encontro não "Os Taizés" ou o "Pessoal de Taizé" porque teremos que ir além de Taizé, mas um nome mais abrangente que nos desse alento e força para o trabalho na comunidade.

Aceitam-se sugestões...







sábado, 6 de março de 2010

quando não há oração de Taizé, há o PASSO-A-REZAR!

Taizé em Espinho


Na passada sexta-feira, dia 5 de Março, estivemos na oração de Taizé organizada pela Paróquia de Espinho! A Igreja, muito acolhedora e bem decorada, tornou-se pequena para tanta gente.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Por que se vai a Taizé?


Vir a Taizé é ser acolhido por uma comunidade marcada por duas aspirações: avançar numa vida de comunhão com Deus através da oração e assumir responsabilidades para depositar um fermento de paz e de confiança na família humana.
Em Taizé, a oração comunitária, os cânticos, o silêncio e a meditação pessoal podem ajudar a redescobrir a presença de Deus na nossa vida e a encontrar uma paz interior, uma «razão de viver» ou um novo impulso.
Fazer a experiência de uma vida simples, partilhada com os outros, recorda-nos que Cristo espera por nós na nossa vida quotidiana, tal como ela é.
Alguns jovens procuram descobrir como seguir a Cristo para toda a vida.
Vir a Taizé pode ajudá-los a discernir este chamamento.